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A diferença não está no orçamento nem na criatividade: está no discurso. Marcas que Pertencem é um livro sobre branding sociocultural: o que separa marcas que se tornam parte da identidade das pessoas daquelas que apenas aparecem.


Não é um manual de identidade visual. Não é mais um livro sobre propósito de marca.É um argumento: marcas que se tornam parte da cultura não criam nada — elas nomeiam o que já existe. Tornam visível o que estava disperso. Dão linguagem a uma identidade que já estava lá, mas ainda não tinha espelho.Com base em pesquisa própria conduzida com 190 participantes no Brasil e em Portugal, nos dados do Edelman Trust Barometer e em casos reais como Patagonia, Glossier, Nike, O Boticário e Devassas.com, o livro constrói uma visão precisa sobre branding sociocultural — e por que ele é o único tipo de branding que realmente pertence.

Pesquisador de branding sociocultural, mestre em Marketing pelo Instituto Politécnico de Viseu. Estuda como marcas constroem — ou destroem — relações com as comunidades que pretendem servir.Baseado em Lisboa. Escreve em português e inglês.